domingo, 16 de outubro de 2016

Recomeçando...



Alice e Guilherme estavam distantes! Foram meses de uma paixão tórrida, de encontros às escuras e de muito sexo... sexo da melhor qualidade! Mas Alice queria mais, queria Guilherme só para ela. Com o surgimento deste novo sentimento, Alice não soube lidar bem com a situação e preferiu se afastar dele.

Todos os dias pensava muito em todas as vezes que se encontraram, que sorriram juntos e que gozaram juntos. Era difícil aceitar que Guilherme preferisse ficar longe dela. Era tanto silêncio... nem mensagens trocavam mais! Alice preferiu seguir adiante e se aventurar novamente com outro homem.

Guilherme e Alice tinham amigos em comum e, por mais que ela não falasse mais diretamente com ele, ele acabava por perguntar a estes amigos sobre a vida de Alice e, eventualmente, soube que ela estava saindo com outro homem. Iniciara há pouco uma nova investida. Guilherme não percebeu de imediato, mas ficou com extremo ciúme e quis encontrá-la e tirar satisfações. Sabia que não poderia fazer isso, afinal, Alice terminara com ele por sua falta de atitude e por ele não conseguir largar a namorada, mesmo tendo problemas com ela. Então, mito irritado e enciumado, decidiu que precisava encarar Alice mais uma vez e ver se de fato ela não estava mais na dele.

Inventou uma semana de workshop para os dois e embarcou ansioso sem saber ainda o que fazer, falar ou como agir diante da mulher que todos os dias tirava seu sono. Mesmo quando estava com sua namorada não conseguia parar de pensar em Alice. Sempre que tentava desabafar alguma coisa do trabalho, calava-se e lembrava-se que apenas com Alice ele conseguia se abrir, somente ela conseguia entendê-lo, ouvi-lo e apoiá-lo! Precisava dela em sua vida. Mas para isso precisaria tomar uma decisão difícil. Se separar de sua namorada de tantos anos, com quem sempre falara em casar ou arriscar uma nova vida ao lado daquela que tinha se tornado a única em seus pensamentos?

Guilherme embarcou na manhã de uma segunda feira chuvosa. Seu nervosismo transparecia em seu corpo. Nunca havia estado assim... por ninguém! Sempre forte diante de tudo, ao pensar em Alice ele dava espaço à sua  fragilidade e se tornava novamente um jovem aberto à todas as possibilidades!

Alice recebera um e-mail profissional de Guilherme na sexta feira e ficou perguntando-se porque um workshop na semana seguinte e apenas com ela e Guilherme participando. Ficou desconfiada que Guilherme quisesse reatar mas decidiu que não poderia mais ficar com ele se ele não terminasse seu namoro. Estava se envolvendo com um novo homem, mais velho, mais maduro e que tinha muito interesse nela. Não poderia perder a oportunidade de se desvencilhar de Guilherme de uma vez por todas. No entanto, passou o final de semana desanimada e ao mesmo tempo ansiosa. Saiu com seu novo "amigo" mas não conseguia parar de pensar no porque Guilherme tinha armado uma semana inteira juntos.

Na segunda feira pela manhã, ao chegar na empresa, Alice se surpreendeu em ver Guilherme já na sala de reuniões. Preferiu não ir falar com ele, mas como ele a viu, apenas acenou e deu um sorriso triste. Guilherme fez menção de que se levantaria, mas logo atrás de Alice outro colega apareceu e isso fez com que perdesse a coragem. Tudo bem, pensou, na hora do almoço converso com ela.

Naquele dia, por causa do workshop, almoçaram juntos e Alice se surpreendeu com o fato de Guilherme não mencionar nenhuma vez o caso que tiveram. Ele queria apenas conversar como bons amigos que eram e assim o dia seguiu mais leve e sem maiores preocupações. Nos dias seguintes eles almoçaram juntos todos os dias e as conversas fluíram como nunca antes. Ela percebeu que Guilherme realmente só precisava da amiga. Ele relatou todos os problemas que estava tendo em casa, em seu relacionamento e desabafou sobre como era difícil carregar tantos problemas sozinho sem ter com quem dividir a carga e as preocupações.

Na sexta feira, último dia de Guilherme na cidade, Alice o convidou para tomar uma bebida para se despedirem. Aquela semana tinha sido muito diferente de todas as vezes que se encontraram e ela achou que poderiam retomar a amizade. Guilherme aproveitou este convite para ter uma conversa definitiva com ela. 

Foram para o hotel onde estava hospedado e ficaram no bar bebendo. Riram muito, se tocaram várias vezes e, a cada vez, ambos sentiam um fogo queimar em seus corpos. Guilherme pediu então que Alice o acompanhasse até o quarto e a garantiu que era só para que ele pudesse lhe falar algo íntimo, algo que não poderia ser dito diante de qualquer pessoa. Mesmo receosa, Alice o seguiu até o quarto e sentou-se na beirada da cama esperando o que de tão sério ele poderia querer falar. Guilherme por sua vez, sentou-se ao lado dela e começou seu discurso:

"Alice, antes de qualquer coisa, quero agradecer por ter sua amizade... sei que muitas vezes eu não soube retribuí-la, mas sempre me preocupei com você e sempre quis o melhor para sua vida! Por isso mesmo eu não queria me separar da minha namorada, por achar que estava tudo muito bem entre a gente e por achar que você merecia um cara menos enrolado e confuso do que eu! Só que as coisas mudaram. Com seu afastamento, percebi que não era feliz e que tinha te magoado. Repensei todas as minha atitudes, toda minha vida e cheguei a conclusão de que eu não posso mais continuar num relacionamento sendo infeliz e fazendo outra pessoa infeliz. Eu quero ficar com você, mas sei que no momento você também está comprometida... sei que cheguei tarde e por isso te peço desculpas."

Alice escutou tudo com a aparência mais calma que poderia colocar em seu rosto, mas por dentro era uma misto de raiva e felicidade. Tinha esperado tanto tempo para ouvir aquilo, mas por outro lado estava muito magoada com Guilherme! Não sabia como reagir até que, sem ter mais controle de seu corpo, ...

(continua...)

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Uma Pausa para Outro Tipo de Prazer e Dor



Neste momento, aqui se despe a sonhadora e dá lugar à escritora. Um lugar que não é fácil pois voltar a realidade sempre é doloroso e sacrificante. A escritora que sonha com romances, cenas tórridas e, de certa forma, amor, se despede por um tempo. Indeterminado, de fato, mas necessário. Em meio a tantos sonhos, a realidade foi ficando esquecida e, do nada, foi arrastada novamente à uma realidade fria e solitária.

Quem conhece a escritora a fundo sabe que ela, desde sempre, muito pequena, apenas sonhava em fazer a faculdade certa para si, entre tropeços, soluços e desilusões, achar alguém legal, o cara certo ela dizia! "Aquele" cara... mas ao longo da vida foi percebendo que ela talvez não tenha sido feita para o amor. Por amar demais, desejar e doar demais, acabou esgotando suas esperanças e sonhos. Eles foram sendo desperdiçados aos poucos, a cada doação espontânea.

E tem se visto da forma mais solitária possível.. aquela em que se está dentre centenas de pessoas, mas tudo o que sobra é uma redoma fria e vazia! Vazia de amor, com desejo de sobra e força de menos. Sonhava em casar, ter filhos, ser uma eterna namorada para alguém, mas isso não é para ela. O amor ri da sua carinha tola e lhe aponta o dedo como quem dá uma gargalhada profunda do sofrimento alheio. Por muitas vezes ela tentou entender o que havia de errado consigo e com muito sofrimento, achava que sempre o mundo morria a cada dia por sua culpa. Afinal um mundo sem amor serve para que?!

As desilusões foram se apresentando uma após a outra e hoje, tudo o que sobra é uma máscara de felicidade colada com super bond para que não cora o risco de, por um deslize infeliz, cair e mostrar sua real face.. uma feição triste e desprovida de esperanças.

Não quer ser melhor que ninguém, não quer estar em primeiro lugar, mas as coisas que mais desejou não vieram e quando, por um suspiro achou estar completa, num piscar de olhos percebeu que tudo poderia desmoronar sem que ela pudesse controlar a situação. Foi sentindo tamanha dor que ela resolveu que sua vida estaria fechada para este tal amor (afinal ele não existe) que só surge para te vendar e fazer com que fique estúpida e idiota. Literalmente "na mão do palhaço"!

Ela se iludiu algumas vezes e hoje, percebendo seu erro, viu o quanto era tola em ainda tentar acreditar em algo que não foi feito para ela. Ela não tem direito a este gozo.. nem ao outro.. porque tudo o que ela queria e achou que tinha, lhe foi tirado. Mas isso serviu-lhe como uma dura mas valiosa lição! Levantar a cabeça é possível, necessário e se faz urgente.

O coração do amor e do homem deu espaço ao amor por ela mesma, pela vida dela e pela paixão de uma vida!

Então porque isso não parece suficiente? Porque não preenche esse vazio e sua voz continua a ecoar sozinha dentro daquele peito aflito?

Porque uma metade dela é feita de amor.. e a outra metade também!

Só que essa outra metade não vem.. não chega.. só se afasta e se ilude em outros braços e outros cantos. Enquanto isso ela aqui sozinha, desconhece essa tal metade que insiste em se distanciar dela, se aproveitar da cegueira da comodidade e vendar-se ainda mais.

Se ela soubesse que seria tão difícil assim crescer, teria preferido ficar pequena para sempre em meio as bonecas e as ilusões de rainha. Porque ela sempre quis tudo e muito mais, princesa não bastava, tinha que ser rainha e Cleópatra por favor!

O olhar daquela menina se esfria a cada piscada, a cada choro e por mais que ela se levante todos os dias para caminhar naquela tortuosa e esburacada estrada, ela vai de cabeça baixa, porque se envergonha de quem não conseguiu ser, de quem não conseguiu ter e de ainda estar a espera de uma brisa. 

É fato que ela, desbravadora que é, luta todos os dias para se manter de pé e continuar a jornada.. ainda que sozinha! Mas a cada dia mais cansada e mais sozinha. Tem dias que ela não consegue levantar a cabeça e estes dias são mais difíceis de se terminar. Para quê voltar para uma casa vazia? Vazia de risos, de preocupações, de afeto e de amor!

Ela, neste momento, neste dia, nesta vida, só queria poder dormir. Permanecer numa letargia utópica e plácida! Talvez assim o tempo passasse mais rápido! Ou talvez apenas não sentisse as dores de se estar de pé!

quarta-feira, 6 de julho de 2016

O Presente Perfeito do Tinder



Lucas estava sozinho há pouco tempo e ficou em dúvida se deveria usar o Tinder. Ainda pensava na namorada mas já que ela não o queria mais decidiu se divertir até conseguir esquecê-la. Meio descrente no amor e que poderia encontrar alguém legal novamente, resolveu usar o aplicativo apenas para conhecer gente nova e talvez marcar alguma coisa com alguém um pouco interessante. Estava pouco exigente e sabia que não conseguiria seguir muito adiante com ninguém. Pelo menos era o que ele achava!

Instalou o app no celular e começou a "rodar" entre os tantos perfis que surgiam para sua escolha. Conversava com uma garota aqui, outra ali, mas ainda não havia aparecido nenhuma que lhe chamasse a atenção ao ponto de marcar um encontro. Um dia depois do trabalho viu que alguém tinha dado match e resolveu puxar assunto. Samanta.. esse era o nome daquela que seria sua perdição. Parecia uma jovem doce e linda. Suas fotos mostravam uma mulher feita, com corpo e rosto de adolescente. Não parecia ter os 34 anos informados em seu perfil. Lucas tinha 30 mas nunca se importou em namorar ou ficar com mulheres mais velhas. Mandou um oi! Dois minutos depois veio um: _"Opa, blz!?" Lucas não sabia muito o que dizer então perguntou se a garota era da mesma cidade que ele, o que fazia da vida, perguntas de praxe num app de encontros. Samanta foi mais rápida que ele e já passou seu número do Whatsapp e pediu que a adicionasse.

Sem pretensão nenhuma Lucas atendeu ao pedido e deu um oi para que ela o identificasse. Ela então mandou um audio dizendo que tinha gostado das fotos dele no Tinder mas que não tinha paciência para conversar por lá. Sua voz era jovem, doce e sedutora. Sem perceber Lucas ficara excitado só de ouvi-la.

Os dias foram passando e as conversas ficaram cada vez mais íntima. Até que um belo dia Lucas tomou coragem para convidá-la para tomar uma cerveja. Ambos moravam no Rio e resolveram se encontrar em Copacabana num quiosque para que pudessem relaxar juntos. Samanta disse que adorava andar na praia a noite e tinha sugerido isso a Lucas.

Lucas chegou mais cedo no quiosque e ficou ansioso por enfim poder encontrar pessoalmente a dona daquela voz deliciosa e há tantos dias o deixava com vontade de meter a noite inteira. De repente um leve toque no seu ombro! Lucas olhou para trás e se surpreendeu quando, olhando de baixo para cima, viu uma mulher alta, esguia, extremamente bonita e com ares de delicadeza. Não parecia em nada a garota roqueira que ele descobrira há alguns dias. Samanta estava usando uma meia calça vermelha, um sapato baixo preto cheio de tachas e um vestido preto rodado que marcava bem a cintura fina e projetava (e muito) os seios para frente. Tinha um cabelo quase azulado de tão preto e tão comprido que chegava abaixo da bunda. Uma pela tão alva que nem parecia pertencer a uma mulher que morava no Rio. Seus olhos eram tão negros quanto seu cabelo e sua boca era pequena em formato de coração. Parecia uma boneca perfeita. Olhando mais um pouco pôde perceber que ela tinha um grande dragão tatuado na coxa esquerda e tinha os ombros coberto por alguma tatuagem também!

Lucas se levantou meio sem jeito e até mesmo tímido e se apresentou. A puxou delicadamente até ele e deu um beijo em seu rosto. Ele percebeu que suas bochechas ficaram rosadas e se sentiu aliviado por não ser o única constrangido na situação.

Passaram umas três hora conversando e rindo muito. A toda hora se tocavam sem que percebessem e repentinamente Samanta se levantou, foi até ao quiosque e pagou a conta. Lucas ficou sem entender nada e só conseguiu ver a boca dela se mexendo mas ele estava tão surpreso com o ato inesperado dela que nem ouviu o que dizia. Viu Samanta pegar sua mão e o levar em direção à praia.

Ele perguntou o que estava acontecendo e Samanta apenas respondeu: lembra que eu te falei que eu adoro andar na praia à noite? Então.. quero andar agora.. e.. também estou com sede! Lucas não entendeu porque ela saiu do quiosque se estava com sede.

Ela soltou sua mão e saiu correndo em direção à água. Ele correu atrás dela e quando percebeu estava dentro d'água com ela. Ela estava ainda mais linda toda molhada! Foi inevitável não reparar que seus mamilos estavam endurecidos. Aquilo o excitou bastante mas tentou desviar os pensamentos e considerou que era apenas um efeito da água fria. Enquanto pensava em seus mamilos Samanta foi se aproximando lentamente até que estava tão próxima de seu rosto que sua única reação foi beijá-la.

Aquele beijo parecia guardado a sete chaves para ser dado na pessoa certa e no momento exato. Instantaneamente seu pau ficou tão duro que doía. Então ele apertou seu corpo contra o dele e fez questão que Samanta sentisse aquele pau enorme duro esfregando nela. Samanta se deliciou ao sentir aquela tora toda dura apenas com seu beijo. E foi nessa hora que Lucas entendeu qual era a sede de Samanta. Ela, sem pensar duas vezes, o puxou para fora da água e correu com ele para uma barraca de cadeiras de praia que ficava por ali. Certificando-se de que não havia ninguém nas proximidades, se ajoelhou e abriu a bermuda de Lucas ele tentou impedi-la.. mas foi só em pensamento! Ele percebeu os olhos dela brilhando quando se deparou com um pau tão grande diante de sua boca. E fez questão de olhar atentamente para aquela boca que parecia se abrir em câmera lenta. Sua boca era tão pequena e delicada que Lucas achou que não caberia nem a cabeça.

Samanta sorria ao levar o pau à sua boca e seus olhos brilhava como quem ganha o presente mais desejado da vida. Então ela começou a beijar todo o pau carinhosamente, como quem cuida de algo muito frágil. O beijou até chegar no saco e neste, ela deu atenção especial! Lambidas leves e firmes percorriam o saco de Lucas enquanto ela de vagar tocava punheta para ele. Lucas teve que se segurar nas cadeiras para poder manter o equilíbrio. Nunca apenas beijo em seu pinto o fizeram ficar tão bambo. Samanta inesperadamente conseguiu colocar o saco todo em sua boca e o chupava lentamente como quem degusta uma fruta saborosa. Aos poucos ela foi subindo sua língua percorrendo todo o pau e quando chegou na cabeça, fez questão de beijá-lo mais uma vez antes de engoli-lo por inteiro. Lucas pensava: _"PORRAAAAA! Que mulher foda! Como meu pau cabe nessa boquinha tão pequena?!!" Samanta olhava para Lucas sorrindo e gemendo. Ela parecia ter total controle da situação e sabia saber muito bem o que estava fazendo. Ela chupava tão gostoso que Lucas teve que, por várias, vezes segurar o gozo, afinal não ia gozar na boca da menina no primeiro encontro. Ele nem sabia se ela gostava. Então ela tirou aquele cacete da boca e disse.. _"estou com sede! Goza na minha boca!" Lucas ficou mais relaxado e se deixou levar novamente por Samanta que praticamente tocava punheta com a boca. Ela engolia tão bem e ao mesmo tempo que chupava massageava seu saco. Lucas não aguentava mais, segurou firme nos cabelos dela e começou a socar seu pau até o fundo enquanto ela gemia cada vez mais alto. Em questão de minutos ele deixou que sua porra jorrasse garganta abaixo mas o que ele não esperava é que tivesse tanta porra guardada. Foi tanta porra que vazou na boca de Samanta e ela rindo, se deliciando passou a chupar seu pau vorazmente. Ela não queria desperdiçar nenhuma gota daquele líquido precioso!

Lucas já não aguentava mais e a levantou, abaixou sua calcinha e meia calça vermelha de uma só vez, a virou de costas para ele, segurou em sua cintura e meteu seu pinto naquela boceta rosada e lisinha. Samanta gritou de prazer e Lucas, com medo que alguém ouvisse, tampou sua boca com uma das mãos. Com a outra batia na bunda dela deixando sua pela branquinha vermelha a cada tapa. Lucas socava tanto seu pau nela que não demorou muito para que gozasse de novo. Ela não satisfeita pediu: "_Quero mais! Come meu cu!" Lucas perguntou se ela tinha certeza e ela lançou um olhar furioso para trás e disse apenas: "_ Eu quero agora!" Ordem dada é ordem executada. Lucas enfiou dois dedos na boceta dela e saiu esfregando sua porra até chegar no cu de Samanta. Sem pensar muito enfiou um dedo e ficou massageando-o.. enfiou mais um dedo.. Samanta estava impaciente já! Olhava para trás como quem diz: vai me comer ou não? Lucas tinha medo de machucá-la, afinal era 25cm de pau num cuzinho pequenininho e que parecia muito gostoso. Quando ela o olhou pela terceira vez viu que não podia se preocupar. Enfiou seu pau de uma vez só até o talo! Samanta viu estrelas e seu corpo amoleceu na hora. Lucas ficou preocupado mas nunca tinha comido um cu tão apertado. Então ele deu uns tapas na bunda dela e ela foi voltando a si.

Ela gemia tanto, tão gostoso e isso deixava Lucas cada vez mais excitado. Ele não conseguia mais controlar seu ritmo e nem Samanta queria isso. Foram tantas estocadas que o cu de Samanta já estava começando a sangrar. Ele perguntou se ela queria que parasse mas ela ordenou que continuasse. Sem pestanejar Lucas continuou nas estocadas enquanto uma das mãos apertava com força o mamilo esquerdo dela. Samanta rebolava loucamente e só conseguia pedir mais.. tudo mais.. mais força, mais fundo, mais rápido.. ela parecia insaciável e ele já não aguentava mais comer aquele rabo lindo.. ia gozar a qualquer momento. Foi só pensar nisso e veio mais um jato de porra quente.. era porra que não acabava mais.. Samanta se mostrou ainda sedenta e caiu de boca de novo sugando até a última gota de porra e deixando Lucas esgotado. Ela o empurrou fazendo com que caísse sentado no chão. Ela foi engatinhando até ele e lambeu mais uma vez seu pau agora murcho e com seu dono cansado. Então ela se sentou sobre ele, o beijou na boca e disse baixinho em seu ouvido: "_ Eu não disse que estava com sede!?!"

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Na Madrugada Fria



Alice acordou assustada com o pesadelo que teve. Tudo pareceu tão real. Sentou-se na cama e, ainda tonta, tentou encontrar seu roupão. Estava muito frio e sentia-se estranha! Uma ardência queimava-lhe entre as pernas.. mas como era possível?

Naquele dia Alice mal conseguiu trabalhar pensando em tudo que faria se tivesse oportunidade de ficar a sós com seu chefe! Guilherme era jovem, espontâneo, muito educado e um tanto quanto conservador na frente dos outros. Quando tinha oportunidade de ficar um tempo sozinho com Alice fazia questão de se libertar das amarras que a hierarquia e o local de trabalho lhe impunham. Na visão dele Alice era a garota certa na hora errada! Guilherme falava em se casar e acreditava sinceramente que gostava da namorada. Mas o que Alice sabia era que não existia amor ali. De fato Alice e Guilherme se conheciam há pouco tempo, mas desde a primeira vez que se viram sentiram que tinha algo diferente no ar. Quando estavam juntos era como se tudo a volta deles ficasse em câmera lenta e só era possível ouvir a respiração dos dois. Sempre se tocavam sem querer, sempre próximos e ao mesmo tempo tão distantes. Sentiam como se a cada toque, por mais suave e imperceptível que parecesse, uma onda de calor percorria seus corpos. Quando estavam juntos, tudo fluía bem, o tempo passava de vagar e o ar ficava mais leve. Era uma sensação de reconhecimento, de procura finalizada...

Mas não era possível! Alice sabia que por mais que houvesse uma empatia instantânea e uma química feroz, aquilo não poderia acontecer. Guilherme era do tipo de homem que provoca arrepios, gemidos e depois vai embora. Naquele momento, achava que tinha uma obrigação com a namorada e que precisava se casar. Falava tanto nisso que parecia querer se convencer de que era o certo a se fazer. Lutava de todas as formas para resistir à tentação que era ficar próximo de Alice. Havia uma necessidade de se firmar como homem correto, ereto e apaixonado. Mas nunca, em nenhuma conversa com Alice ou qualquer outra pessoa, mencionava a namorada com paixão; nunca disse que a amava e quando lhe perguntavam sobre isso ele respondia: _" Ela é boazinha!" Guilherme tinha medo de magoar a namorada.. fizera isso no passado mas sua amizade por ela o fez enxergar de outra forma. Essa amizade que ele insiste em confundir com amor é a única coisa que impede Guilherme de tomar Alice em seus braços e libertar todo o desejo que os cercam.

No entanto, em uma noite fria, Alice foi surpreendida por um convite. Seu celular vibrou às 17h. Guilherme a convidada para beberem um vinho e relaxarem depois de um dia exaustivo no trabalho. Alice não deu importância quando viu a notificação de Guilherme, mas seu coração acelerou ao saber que ele tinha lhe enviado algo. Quando finalmente pôde ler a mensagem, ficou feliz, excitada, mas resolveu recusar. Assustada com a ideia de sair sozinha com o chefe recusou o convite que esperava tanto. Uma hora depois Guilherme mandou outra mensagem dizendo que estava saindo e que se ela tivesse mudado de ideia passaria em sua casa para buscá-la em 30 minutos.

Sem pensar muito nas consequências, Alice respondeu apenas com um ok frio, mas por dentro fervia como um vulcão! Rapidamente tomou um banho, se vestiu de preto: lingerie nova, rendada, meias de seda pretas, salto agulha, vestido curto! Se maquiou e passou seu melhor perfume... estava pronta! Ansiosa começou a tremer e a ficar arrepiada. Ele chegou! Ela sentiu que ele se aproximava e de repente seu celular vibrou. _"Desça, estou no carro!" Alice pegou sua bolsa e desceu.. trêmula.. ofegante.. assustada.. ansiosa! Parou no meio das escadas e tentou respirar corretamente. Tinha aprendido a respirar certinho nas aulas de pilates e agora parece que o exercício lhe ajudaria a se acalmar.

Ao chegar no carro, abriu sozinha a porta e sentar-se, Guilherme se esticou para dar-lhe um beijo no rosto. Alice corou, ferveu e Guilherme se arrepiou! Um pouco sem jeito Alice tentou parecer tranquila e perguntou onde iriam. Ele respondeu que um restaurante novo abrira na cidade e gostaria de conhecer. Disse que a namorada não tinha se interessado em sair aquela noite mas que ele precisava fazer alguma coisa, descarregar o dia caótico que tiveram na empresa mais cedo. Alice pensou consigo mesma que era uma droga Guilherme lembrar justamente naquele momento da namorada.

Seguiram em silêncio até o tal restaurante. O ambiente era uma mistura de estilos que variava do industrial ao rústico. Muitas paredes com tijolo aparente, vigas em aço preto, chão com concreto queimado, móveis caros e design despojado. Alice ficou um pouco apreensiva pois não tinha se preparado para gastar muito aquela semana. Mesmo assim pensou que valeria a pena ficar alguns instantes a sós com Guilherme.

A noite seguiu ótima, regada a excelentes vinhos, comidas exóticas, clima agradável e aquele sorriso. Riram tanto juntos que se esqueceram da hora. Quando perceberam já passava das 22h e Guilherme se esqueceu completamente de que tinha que voltar para casa. Ao pagar a conta ele fez questão de pagar sozinho. Ao sair do restaurante Alice estremeceu e se arrepiou. O vento silvava  entre as árvores e Guilherme, como todo bom cavalheiro, tirou seu casaco e o colocou sobre os ombros de Alice. Naquele instante ela pôde sentir seu perfume no casaco e por um instante fechou os olhos se deliciando com aquele aroma que lhe parecia tão natural mas que nunca tinha sentido antes.

Infelizmente se lembrou que Guilherme tinha que ir embora e quando ia lhe devolver o casaco o mesmo a impediu segurando em seus ombros e dizendo calmamente que ele a levaria em casa. Alice tentou dizer que não precisava que pegaria um táxi, mas foi em vão! Guilherme a direcionou para seu carro e educadamente abriu-lhe a porta e a ajudou a entrar. Correu por trás do carro e entrou rapidamente tremendo de frio.

Mais uma vez o trajeto foi percorrido todo em silêncio. Ambos queriam falar mas não sabiam por onde começar. Ao chegar em frete ao prédio de Alice, Guilherme perguntou se poderia usar o banheiro. Meio constrangida Alice fez que sim com a cabeça, saiu do carro apressadamente e foi abrindo o portão. Guilherme trancou o carro e subiu logo atrás de Alice. Atrás dela ele pensava em como queria agarrá-la ali mesmo e arrancar sua roupa. Alice pensava que talvez ele realmente só quisesse usar o banheiro. Entraram em seu apartamento e ela o indicou o caminho do lavabo. Menos de 3 minutos depois Guilherme abriu a porta, agradeceu e disse que a noite foi ótima. Sem perceber Alice disse: _"Pena que acabou!" Essa foi a deixa que o coração de Guilherme precisava para enfim colocar seus desejos e sentimentos para fora. Num gesto impensado ele a agarrou pela cintura, a puxou para si e lhe deu um beijo. O beijo que sentiram vontade desde o primeiro "oi". O beijo que tinham segurado por todo o tempo que trabalharam juntos. Alice, mesmo apavorada, com o coração acelerado e as pernas bambas pela surpresa, se rendeu ao seu desejo mais profundo e num movimento agressivo, abriu a camisa social de Guilherme arrebentando todos os botões. Era tanta loucura, tanta paixão e desejo que não se preocuparam com nada.. apenas em saciar aquela vontade que vinha lutando arduamente para ser vivenciada!

Guilherme pegou Alice pelos quadris e a levantou o mais alto que conseguiu. Alice por sua vez o abraçou com as pernas e tudo o que sentia era um calor absurdo, um fogo percorrendo todo seu corpo. Guilherme tinha uma boca deliciosa. Sua barba roçava seu rosto, suas mãos percorriam seu corpo, ora entre as pernas, ora nos seios. Guilherme perguntou entre um beijo e outro onde ficava o quarto. Alice apenas respondeu: _"Eu quero aqui!" Sem pensar muito ele se jogou no sofá com ela ainda nos braços e rasgou sua meia calça. Alice chutou o ar até seus sapatos saírem e enlaçou seu corpo de novo. Os beijos de Guilherme eram molhados, profundos e Alice ficava cada vez mais molhada. Ele não parava de beijá-la e apertar seus seios. Alice não era magra nem gorda, era ao ponto! Tinha pernas grossas, seios grandes, cintura fina e quadril largo. Sua pele cheirava a baunilha, sua boca tinha gosto de morango e seus olhos brilhavam num verde esmeralda lindo.. hipnotizante!

Alice nunca foi mulher de ficar espera da diversão e rapidamente reverteu a situação a seu favor. Com um movimento rápido ela conseguiu se desvencilhar dos braços fortes de Guilherme e num instante estava sentada sobre ele. Ela o provocava se esfregando sobre sua calça. Sentia o pau dele crescendo e endurecendo cada vez mais e aquilo a deixava louca. Alice o provocava rebolando, apertando os próprios seios, passando as mãos entre as pernas e deslizando seus cabelos sobre o peito nu de Guilherme. Alice tinha um apetite voraz e não se contentava em apenas beijar sua boca.. ela queria mais.. muito mais! Sabia do poder de seus beijos, todos os homens com quem tinha ficado evidenciavam aquele beijo.. o matador, o que enlouquecia... Alice adorava morder e chupar.. qualquer coisa que parasse em sua boca ela mordia em chupava. então num beijo, mordeu o lábio inferior de Guilherme e aprofundou mais seu beijo. Começou a chupar sua língua e isso o levou a loucura. Mesmo sendo muito forte, Alice sabia controlar um homem na cama (ou neste caso no sofá). Ela travou suas pernas entrelaçando-as por baixo das pernas dele, segurou seus braços abertos e rebolou.. rebolou como se estivesse num ensaio de escola de samba. Abaixou-se chegando bem próximo ao ouvido direito de Guilherme e disse sussurrando: relaxa... agora é comigo! Guilherme sentiu seu sangue ferver como nunca havia sentido antes e seu pau latejava dentro da calça. Alice calma e propositadamente, desceu bem de vagar passando a língua por todo seu peito. Quando chegou no cinto, o abriu vagarosamente enquanto esfregava sua mão sobre o volume já monumental. Abriu o botão da calça, desceu o zíper.. tudo beeem de vagar. Guilherme estava a ponto de explodir mas tentou manter a calma. Alice era convincente e definitivamente tinha mostrado que sabia o que queria e o que estava fazendo. Puxou  a calça pra baixo e sentou novamente sobre ele.. Rebolando de novo, abriu o zíper de seu vestido e quando Guilherme fez menção de ajudá-la, levou um tapa na cara e uma advertência: _"Fique quieto!" Guilherme nunca tinha estado com uma mulher como que gostasse de dominar, então para ele era meio difícil se conter. Sua namorada e tantas outras garotas que já tinha transado, na maioria das vezes se mexiam.. e era muito. Alice era diferente! Olhando fixamente para seus olhos ele a viu enfiar as mãos por baixo do vestido e o levantar vagarosamente. Sua lingerie nova era um body rendado preto que marcava suas curvas fartas e evidenciava os seios enormes. Alice não se continha mais e sem pensar muito saltou para trás e em um único puxão abaixou cueca de Guilherme e mais que prontamente engoliu o que ela tanto queria. Como dito no início, Alice gostava muito de chupar.. qualquer coisa, mas todas as coisas que chupava serviam de treino para este momento, para chupar um pau delicioso e suculento! Não tinha nada no mundo que Alice gostasse mais que chupar. E Guilherme pôde perceber isso quando ela o engoliu inteiro até a garganta. 20 centímetros. Para a maioria brasileira isso era grande, para Alice era normal! Mas aquele pau tinha um gosto diferente.. talvez porque ter idealizado, imaginado e fantasiado tanto este momento, Alice sentia um delicioso sabor vindo daquele membro duro como pedra, texturizado e ao mesmo tempo macio. Era um pau com o qual tinha sonhado algumas vezes e estar com ele ali em sua boca agora era quase igual aos sonhos... mentira.. era melhor!

Alice saboreava aquele pau como se fosse a última refeição de sua vida. Colocava todo seu empenho naquele momento. Dava lambidas curtas e rápidas na cabeça, sugava a ponta com cuidado e se segurava para não morder (ainda que de leve). Alice sorria enquanto o chupava e o olhava nos olhos como quem diz: _"Você vai aguentar?" Quando sentiu o pau estremecer e as pernas de Guilherme se arrepiarem, sugou com toda força até que sentiu o jato quente em sua garganta. Alice era uma fanática por porra e costumava quando estava namorando que aquela era usa dose diária de vitaminas! Nada dava mais prazer à Alice do que um homem gozando em sua boca e esporrando em seu rosto. Alice fez questão de guardar um pouco para passar no rosto e continuou tocando punheta até Guilherme liberar mais um jato naquele rosto lindo.

Guilherme não conseguia se conter mais e a puxou para si beijando-lhe agressivamente. Que mulher é essa?! Pensou! Mais uma vez Alice sentiu as mãos fortes de Guilherme entre suas pernas, ele terminava de rasgar sua meia calça e conseguiu abrir seu body. Alice nem teve tempo que pedir a camisinha, sentiu aquele membro rijo rasgando-a por dentro. Tudo o que conseguiu fazer foi soltar um grito.. uma mistura de prazer e dor invadiu seu corpo e sem que conseguisse controlar seu próprio corpo cavalgou lindamente enquanto seus seios balançavam para cima e para baixo dando uma visão deliciosa a Guilherme. Ele apertava seus seios como se fossem duas massas de modelar, trazia o corpo de Alice bem perto ao seu e chupava aqueles seios com uma fome avassaladora. Alice rebolou por quase uma hora inteira quando sentiu que seu corpo não aguentava mais e nem Guilherme conseguia se segurar por mais tempo. Entre beijos e mordidas os dois gozaram juntos. Alice gemeu alto no ouvido de Guilherme e este a apertava contra o corpo entorpecido pelo prazer. Guilherme não consegui pensar em mais nada a não ser que queria passar a noite inteira transando com Alice. Nesta 'altura' Guilherme e Alice já estavam em plena comunhão, em pleno gozo e ninguém se lembrava do mundo lá fora. Só queriam continuar no frenesi ensurdecedor que tinha se tornado aqueles momentos.

Procurando seu roupão na noite fria, Alice encontrou o corpo de Guilherme exausto e adormecido pelo cansaço. A ardência entre as pernas agora fazia sentido... fizeram amor a noite inteira! Com um sorriso despreocupado ela resolveu então que seria mais gostoso se cobrir novamente, apoiar sua cabeça no peito de Guilherme e dormir...

Nem em todos os sonhos sua noite com Guilherme teria sido tão perfeita e deliciosa!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A primeira aventura de Lídia

E mais uma noite chega para inundar os pensamentos de Lídia. Mulher indescritível, de aparência ingênua porém com um olhar penetrante e forte... o mais forte já visto por Victor.

Tudo começou como uma amizade pura, sincera e inesperada. Um belo dia Lídia começou a trabalhar em uma nova empresa na cidade. Inteligente, engraçada, comunicativa e audaz, percebeu logo que sua vida não seria nada fácil tendo que se reportar a um superior a distância onde a comunicação era algo em falta. Conheceu Victor como Sr. Victor Delanches, seu superior... gerente. Os gerentes ficavam sempre na capital e raramente visitavam a sede onde Lídia trabalhava. A amizade dos dois começou a distancia.

Porém, numa dessas raras ocasiões, Victor precisou visitar a sede de Lídia a fim de reunir a equipe para criarem juntos uma nova estratégia de negócio. Mal sabiam Lídia e Victor que a amizade deles cresceria e que a imagem de chefe severo se dissiparia entre as conversas dos colegas de trabalho.

Logo no primeiro jantar de negócios, Victor e Lídia perceberam uma estranha energia em suas conversas e ideias. Pensavam de maneira muito parecida e isso acabou aproximando-os. De fato a comunicação entre os dois começou a fluir e já lidavam um com o outro como amigos de longa data. No último jantar de negócios, o que antecederia o retorno de Victor à capital, as pessoas
foram se retirando até que finalmente restaram apenas Victor e Lídia. Riam de piadas, falavam mal de outros gerentes, contavam casos engraçados sobre suas vidas e, quando se deram conta, já era tarde, início de madrugada e precisavam ir embora.

Estava chovendo um pouco e Victor fez questão de levar Lídia em casa, era o mínimo que poderia fazer, a final, já era madrugada. Se dirigiram ao carro e chegando até ele, se entre olharam surpresos pelo o calor que surgia entre eles. Um pouco constrangidos entraram no carro e seguiram calados por um longo tempo. Aproximando-se da casa de Lídia, Victor parou o carro
e se virou para ela. Tinha nos olhos um desejo enorme. Ao perceber isso Lídia se sentiu uma caça sendo observada por um leão voraz e faminto. Nunca ninguém olhara assim para ela e neste instante sentiu uma onda de calor invadir seu corpo e sua boca parecia querer a de Victor. Sem que percebessem entrelaçaram-se num beijo louco, num abraço apertado e numa vontade animal.

Sem pensar duas vezes, Victor arrancou com o carro e seguiu para o hotel onde estava hospedado. Mal a porta do elevador fechou, Lídia empurrou Victor contra a parede e beijou-lhe avidamente como se quisesse arrancar sua alma pela boca. Num frenezi sem precedentes, continuaram se beijando até o quarto de Victor. Este, mal conseguia passar o cartão na  fechadura.

Lídia parecia uma onça faminta e entre mordidas e arranhões, beijava a boca de Victor. Sua boca parecia uma fruta macia e carnuda, suave e morna. Sua saliva era doce e quente. As mãos eram grandes, fortes, os dedos alongados eram grossos e aquilo atiçava a imaginação dela. Lídia descia as unhas pelas costas rígidas e esculpidas daquele homem que mais parecia um animal
no cio.
 
Ela mal podia esperar para conhecer aquele corpo por inteiro. Mas sua consciência a impedia de prosseguir. Afinal ele era casado e ela era noiva. Nunca havia traído na vida e se sentia mal pelos parceiros dela e dele. De súbito ela o empurrou, tentou arrumar as roupas mas foi contida por Victor. Ele não entendia porque ela interrompera aquele jogo insano e delicioso em que entraram. _'Não posso continuar com isso, você é casado e eu... bem... sou noiva. Não podemos continuar com isso'. Victor viu Lídia sair correndo de seu quarto e se conteve em ir atrás dela.

O final de semana chegou e Lídia só conseguia pensar em Victor. Mal conseguia transar com seu noivo sem imaginar que estava com seu chefe. No final de domingo foi tomar banho antes de dormir e ao fechar os olhos sentiu em seu corpo o mesmo calor de quando Victor e ela se beijaram pela primeira vez. Sem perceber, sua mão esquerda percorria os seios tateando os mamilos e os apertando com força. A mão direita descia suavemente por entre as pernas e procurava algo. Ao tocar em seu clitóris estremeceu com a imagem que surgiu em sua mente. Lídia imaginava a boca carnuda e deliciosa de Victor tocando delicadamente sua boceta e sugando com força seu clitóris. Freneticamente então, dedilhava seu clitóris até entrar em um transe profundo. A cada imagem que lhe vinha a cabeça, soltava um gemido abafado e sedento. Finalmente gritou ao se imaginar gozando na boca dele. Quando abriu os olhos se deu conta de que estava na banheira de sua casa e de que gemia ainda, agora mais baixinho. Ao terminar o banho se reprimiu por estar pensando em outra pessoa.

No dia seguinte, ao chegar em seu trabalho, se surpreendeu ao se deparar com Victor conversando com os rapazes. Não tinha nada programado para sua vinda e não entendeu o que poderia ter ocorrido para que ele voltasse em tão pouco tempo. Isso nunca havia acontecido antes. Victor não esperou nem que ela ligasse seu computador, foi logo chamando-a para a sala de reuniões dizendo ter um assunto de máxima urgência para tratarem juntos. Ela foi calada. Ao passar, ouviu Victor trancando a porta. Ia se sentar quando ele a virou bruscamente, jogou-a na mesa, levantou sua saia e começou a morrer a parte interna de suas coxas. Ela sabia que não podia gritar mas tentou se soltar... em vão. Rapidamente se rendeu ao calor dos lábios de Victor e deixou que seu corpo amolecesse sobre a mesa. Então o que mais imaginou na noite anterior, finalmente aconteceu. Victor chegou sua calcinha para o lado e começou a brincar com seu clitóris lambendo-o de um jeito insano! Enfiou a língua em sua boceta e sentiu o cheiro delicioso que exalava daquela pequena e rosada bocetinha. Foi assim que ele a definiu, pequena, deliciosa e rosada bocetinha. Enquanto chupava aquela coisa maravilhosa, enfiava três de seus dedos violentamente na boceta de Lídia. Ela se esforçava para não gritar e com uma das mãos tapando a boca, soltava sons abafados e incompreensíveis. Quanto mais Victor chupava seu clitóris mais Lídia gozava em sua boca. Ele se deliciou com aquele liquido, o sugou todo e partiu para cima de Lídia. Beijou sua boca e ela pela primeira vez pôde sentir o gosto de sua boceta. Enquanto o beijava tentava sussurrar algo... Enfia... eu quero seu pau... Como Victor judiava bastante de Lídia sem atender a seu pedido, ela cravou as unhas em suas costas arrancando-lhe sangue, o encarou e disse, coloca seu pau na minha boceta agora!!!Sem nem dar tempo para a camisinha, Victor meteu seu pau todo (com toda força possível) naquela bocetinha. Lídia segurou um grito de dor. Nunca havia transado com um homem tão grande, com um pau tão imenso e tão grosso. A cada bombada sentia aquele monstro penetrando em sua pequena bocetinha. Victor abriu sua blusa e começou a chupar os seios volumosos que o soutien escondia. Lídia tinha um par de seios magníficos e Victor se deliciou chupando-os com vigor. Não demorou muito para sentir Victor gozando. Enlouquecida por aquela sensação quente e húmida, o empurrou com as pernas, pulou para o chão e ficou de joelhos... Sem nem pensar começou a chupar aquele pau imenso. Lídia era uma mulher delicada e tinha uma boca bem contornada e pequena. Sem entender como, a abriu o máximo que pôde e começou a engolir o resto de porra que ainda saía do pau do Victor. Se lambuzou naquela porra quente e ácida e como uma cadela no cio o engoliu por inteiro. Se surpreendeu com o frenezi que tomou conta de seu corpo e sem que percebesse, quase mordeu aquele monstro em sua boca. Sua vontade era de devorá-lo literalmente... então de repente sentiu um jato grosso e pastoso ir direto à sua garganta. Victor gozou mais uma vez! Lídia se incumbiu de lamber aquela arma gigantesca por inteiro sem deixar nenhuma gota cair. Victor não conteve sua vontade de tê-la novamente, a puxou pelos braços e imediatamente ela o entrelaçou com suas pernas torneadas e brancas. Instintivamente Victor enfiou seu pau mais uma vez em sua boceta e a prensou contra uma parede. Com todo aquele prazer Lídia não se conteve e mordeu-lhe um dos ombros soltando-o somente quando sentiu o gosto de sangue em sua boca. Ficaram mais algum tempo na loucura que os prendia até que o celular de Victor tocou lembrando-o de que estavam na sala de reuniões da empresa e que muito tempo havia passado.

Daquele dia em diante, Victor e Lídia se tornaram amantes e todas as vezes em que a presença de Victor se fazia necessária na empresa, tinham plantões e jantares de negócios que terminavam sempre em sexo selvagem em qualquer lugar.