segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A primeira aventura de Lídia

E mais uma noite chega para inundar os pensamentos de Lídia. Mulher indescritível, de aparência ingênua porém com um olhar penetrante e forte... o mais forte já visto por Victor.

Tudo começou como uma amizade pura, sincera e inesperada. Um belo dia Lídia começou a trabalhar em uma nova empresa na cidade. Inteligente, engraçada, comunicativa e audaz, percebeu logo que sua vida não seria nada fácil tendo que se reportar a um superior a distância onde a comunicação era algo em falta. Conheceu Victor como Sr. Victor Delanches, seu superior... gerente. Os gerentes ficavam sempre na capital e raramente visitavam a sede onde Lídia trabalhava. A amizade dos dois começou a distancia.

Porém, numa dessas raras ocasiões, Victor precisou visitar a sede de Lídia a fim de reunir a equipe para criarem juntos uma nova estratégia de negócio. Mal sabiam Lídia e Victor que a amizade deles cresceria e que a imagem de chefe severo se dissiparia entre as conversas dos colegas de trabalho.

Logo no primeiro jantar de negócios, Victor e Lídia perceberam uma estranha energia em suas conversas e ideias. Pensavam de maneira muito parecida e isso acabou aproximando-os. De fato a comunicação entre os dois começou a fluir e já lidavam um com o outro como amigos de longa data. No último jantar de negócios, o que antecederia o retorno de Victor à capital, as pessoas
foram se retirando até que finalmente restaram apenas Victor e Lídia. Riam de piadas, falavam mal de outros gerentes, contavam casos engraçados sobre suas vidas e, quando se deram conta, já era tarde, início de madrugada e precisavam ir embora.

Estava chovendo um pouco e Victor fez questão de levar Lídia em casa, era o mínimo que poderia fazer, a final, já era madrugada. Se dirigiram ao carro e chegando até ele, se entre olharam surpresos pelo o calor que surgia entre eles. Um pouco constrangidos entraram no carro e seguiram calados por um longo tempo. Aproximando-se da casa de Lídia, Victor parou o carro
e se virou para ela. Tinha nos olhos um desejo enorme. Ao perceber isso Lídia se sentiu uma caça sendo observada por um leão voraz e faminto. Nunca ninguém olhara assim para ela e neste instante sentiu uma onda de calor invadir seu corpo e sua boca parecia querer a de Victor. Sem que percebessem entrelaçaram-se num beijo louco, num abraço apertado e numa vontade animal.

Sem pensar duas vezes, Victor arrancou com o carro e seguiu para o hotel onde estava hospedado. Mal a porta do elevador fechou, Lídia empurrou Victor contra a parede e beijou-lhe avidamente como se quisesse arrancar sua alma pela boca. Num frenezi sem precedentes, continuaram se beijando até o quarto de Victor. Este, mal conseguia passar o cartão na  fechadura.

Lídia parecia uma onça faminta e entre mordidas e arranhões, beijava a boca de Victor. Sua boca parecia uma fruta macia e carnuda, suave e morna. Sua saliva era doce e quente. As mãos eram grandes, fortes, os dedos alongados eram grossos e aquilo atiçava a imaginação dela. Lídia descia as unhas pelas costas rígidas e esculpidas daquele homem que mais parecia um animal
no cio.
 
Ela mal podia esperar para conhecer aquele corpo por inteiro. Mas sua consciência a impedia de prosseguir. Afinal ele era casado e ela era noiva. Nunca havia traído na vida e se sentia mal pelos parceiros dela e dele. De súbito ela o empurrou, tentou arrumar as roupas mas foi contida por Victor. Ele não entendia porque ela interrompera aquele jogo insano e delicioso em que entraram. _'Não posso continuar com isso, você é casado e eu... bem... sou noiva. Não podemos continuar com isso'. Victor viu Lídia sair correndo de seu quarto e se conteve em ir atrás dela.

O final de semana chegou e Lídia só conseguia pensar em Victor. Mal conseguia transar com seu noivo sem imaginar que estava com seu chefe. No final de domingo foi tomar banho antes de dormir e ao fechar os olhos sentiu em seu corpo o mesmo calor de quando Victor e ela se beijaram pela primeira vez. Sem perceber, sua mão esquerda percorria os seios tateando os mamilos e os apertando com força. A mão direita descia suavemente por entre as pernas e procurava algo. Ao tocar em seu clitóris estremeceu com a imagem que surgiu em sua mente. Lídia imaginava a boca carnuda e deliciosa de Victor tocando delicadamente sua boceta e sugando com força seu clitóris. Freneticamente então, dedilhava seu clitóris até entrar em um transe profundo. A cada imagem que lhe vinha a cabeça, soltava um gemido abafado e sedento. Finalmente gritou ao se imaginar gozando na boca dele. Quando abriu os olhos se deu conta de que estava na banheira de sua casa e de que gemia ainda, agora mais baixinho. Ao terminar o banho se reprimiu por estar pensando em outra pessoa.

No dia seguinte, ao chegar em seu trabalho, se surpreendeu ao se deparar com Victor conversando com os rapazes. Não tinha nada programado para sua vinda e não entendeu o que poderia ter ocorrido para que ele voltasse em tão pouco tempo. Isso nunca havia acontecido antes. Victor não esperou nem que ela ligasse seu computador, foi logo chamando-a para a sala de reuniões dizendo ter um assunto de máxima urgência para tratarem juntos. Ela foi calada. Ao passar, ouviu Victor trancando a porta. Ia se sentar quando ele a virou bruscamente, jogou-a na mesa, levantou sua saia e começou a morrer a parte interna de suas coxas. Ela sabia que não podia gritar mas tentou se soltar... em vão. Rapidamente se rendeu ao calor dos lábios de Victor e deixou que seu corpo amolecesse sobre a mesa. Então o que mais imaginou na noite anterior, finalmente aconteceu. Victor chegou sua calcinha para o lado e começou a brincar com seu clitóris lambendo-o de um jeito insano! Enfiou a língua em sua boceta e sentiu o cheiro delicioso que exalava daquela pequena e rosada bocetinha. Foi assim que ele a definiu, pequena, deliciosa e rosada bocetinha. Enquanto chupava aquela coisa maravilhosa, enfiava três de seus dedos violentamente na boceta de Lídia. Ela se esforçava para não gritar e com uma das mãos tapando a boca, soltava sons abafados e incompreensíveis. Quanto mais Victor chupava seu clitóris mais Lídia gozava em sua boca. Ele se deliciou com aquele liquido, o sugou todo e partiu para cima de Lídia. Beijou sua boca e ela pela primeira vez pôde sentir o gosto de sua boceta. Enquanto o beijava tentava sussurrar algo... Enfia... eu quero seu pau... Como Victor judiava bastante de Lídia sem atender a seu pedido, ela cravou as unhas em suas costas arrancando-lhe sangue, o encarou e disse, coloca seu pau na minha boceta agora!!!Sem nem dar tempo para a camisinha, Victor meteu seu pau todo (com toda força possível) naquela bocetinha. Lídia segurou um grito de dor. Nunca havia transado com um homem tão grande, com um pau tão imenso e tão grosso. A cada bombada sentia aquele monstro penetrando em sua pequena bocetinha. Victor abriu sua blusa e começou a chupar os seios volumosos que o soutien escondia. Lídia tinha um par de seios magníficos e Victor se deliciou chupando-os com vigor. Não demorou muito para sentir Victor gozando. Enlouquecida por aquela sensação quente e húmida, o empurrou com as pernas, pulou para o chão e ficou de joelhos... Sem nem pensar começou a chupar aquele pau imenso. Lídia era uma mulher delicada e tinha uma boca bem contornada e pequena. Sem entender como, a abriu o máximo que pôde e começou a engolir o resto de porra que ainda saía do pau do Victor. Se lambuzou naquela porra quente e ácida e como uma cadela no cio o engoliu por inteiro. Se surpreendeu com o frenezi que tomou conta de seu corpo e sem que percebesse, quase mordeu aquele monstro em sua boca. Sua vontade era de devorá-lo literalmente... então de repente sentiu um jato grosso e pastoso ir direto à sua garganta. Victor gozou mais uma vez! Lídia se incumbiu de lamber aquela arma gigantesca por inteiro sem deixar nenhuma gota cair. Victor não conteve sua vontade de tê-la novamente, a puxou pelos braços e imediatamente ela o entrelaçou com suas pernas torneadas e brancas. Instintivamente Victor enfiou seu pau mais uma vez em sua boceta e a prensou contra uma parede. Com todo aquele prazer Lídia não se conteve e mordeu-lhe um dos ombros soltando-o somente quando sentiu o gosto de sangue em sua boca. Ficaram mais algum tempo na loucura que os prendia até que o celular de Victor tocou lembrando-o de que estavam na sala de reuniões da empresa e que muito tempo havia passado.

Daquele dia em diante, Victor e Lídia se tornaram amantes e todas as vezes em que a presença de Victor se fazia necessária na empresa, tinham plantões e jantares de negócios que terminavam sempre em sexo selvagem em qualquer lugar.