quarta-feira, 6 de julho de 2016
O Presente Perfeito do Tinder
Lucas estava sozinho há pouco tempo e ficou em dúvida se deveria usar o Tinder. Ainda pensava na namorada mas já que ela não o queria mais decidiu se divertir até conseguir esquecê-la. Meio descrente no amor e que poderia encontrar alguém legal novamente, resolveu usar o aplicativo apenas para conhecer gente nova e talvez marcar alguma coisa com alguém um pouco interessante. Estava pouco exigente e sabia que não conseguiria seguir muito adiante com ninguém. Pelo menos era o que ele achava!
Instalou o app no celular e começou a "rodar" entre os tantos perfis que surgiam para sua escolha. Conversava com uma garota aqui, outra ali, mas ainda não havia aparecido nenhuma que lhe chamasse a atenção ao ponto de marcar um encontro. Um dia depois do trabalho viu que alguém tinha dado match e resolveu puxar assunto. Samanta.. esse era o nome daquela que seria sua perdição. Parecia uma jovem doce e linda. Suas fotos mostravam uma mulher feita, com corpo e rosto de adolescente. Não parecia ter os 34 anos informados em seu perfil. Lucas tinha 30 mas nunca se importou em namorar ou ficar com mulheres mais velhas. Mandou um oi! Dois minutos depois veio um: _"Opa, blz!?" Lucas não sabia muito o que dizer então perguntou se a garota era da mesma cidade que ele, o que fazia da vida, perguntas de praxe num app de encontros. Samanta foi mais rápida que ele e já passou seu número do Whatsapp e pediu que a adicionasse.
Sem pretensão nenhuma Lucas atendeu ao pedido e deu um oi para que ela o identificasse. Ela então mandou um audio dizendo que tinha gostado das fotos dele no Tinder mas que não tinha paciência para conversar por lá. Sua voz era jovem, doce e sedutora. Sem perceber Lucas ficara excitado só de ouvi-la.
Os dias foram passando e as conversas ficaram cada vez mais íntima. Até que um belo dia Lucas tomou coragem para convidá-la para tomar uma cerveja. Ambos moravam no Rio e resolveram se encontrar em Copacabana num quiosque para que pudessem relaxar juntos. Samanta disse que adorava andar na praia a noite e tinha sugerido isso a Lucas.
Lucas chegou mais cedo no quiosque e ficou ansioso por enfim poder encontrar pessoalmente a dona daquela voz deliciosa e há tantos dias o deixava com vontade de meter a noite inteira. De repente um leve toque no seu ombro! Lucas olhou para trás e se surpreendeu quando, olhando de baixo para cima, viu uma mulher alta, esguia, extremamente bonita e com ares de delicadeza. Não parecia em nada a garota roqueira que ele descobrira há alguns dias. Samanta estava usando uma meia calça vermelha, um sapato baixo preto cheio de tachas e um vestido preto rodado que marcava bem a cintura fina e projetava (e muito) os seios para frente. Tinha um cabelo quase azulado de tão preto e tão comprido que chegava abaixo da bunda. Uma pela tão alva que nem parecia pertencer a uma mulher que morava no Rio. Seus olhos eram tão negros quanto seu cabelo e sua boca era pequena em formato de coração. Parecia uma boneca perfeita. Olhando mais um pouco pôde perceber que ela tinha um grande dragão tatuado na coxa esquerda e tinha os ombros coberto por alguma tatuagem também!
Lucas se levantou meio sem jeito e até mesmo tímido e se apresentou. A puxou delicadamente até ele e deu um beijo em seu rosto. Ele percebeu que suas bochechas ficaram rosadas e se sentiu aliviado por não ser o única constrangido na situação.
Passaram umas três hora conversando e rindo muito. A toda hora se tocavam sem que percebessem e repentinamente Samanta se levantou, foi até ao quiosque e pagou a conta. Lucas ficou sem entender nada e só conseguiu ver a boca dela se mexendo mas ele estava tão surpreso com o ato inesperado dela que nem ouviu o que dizia. Viu Samanta pegar sua mão e o levar em direção à praia.
Ele perguntou o que estava acontecendo e Samanta apenas respondeu: lembra que eu te falei que eu adoro andar na praia à noite? Então.. quero andar agora.. e.. também estou com sede! Lucas não entendeu porque ela saiu do quiosque se estava com sede.
Ela soltou sua mão e saiu correndo em direção à água. Ele correu atrás dela e quando percebeu estava dentro d'água com ela. Ela estava ainda mais linda toda molhada! Foi inevitável não reparar que seus mamilos estavam endurecidos. Aquilo o excitou bastante mas tentou desviar os pensamentos e considerou que era apenas um efeito da água fria. Enquanto pensava em seus mamilos Samanta foi se aproximando lentamente até que estava tão próxima de seu rosto que sua única reação foi beijá-la.
Aquele beijo parecia guardado a sete chaves para ser dado na pessoa certa e no momento exato. Instantaneamente seu pau ficou tão duro que doía. Então ele apertou seu corpo contra o dele e fez questão que Samanta sentisse aquele pau enorme duro esfregando nela. Samanta se deliciou ao sentir aquela tora toda dura apenas com seu beijo. E foi nessa hora que Lucas entendeu qual era a sede de Samanta. Ela, sem pensar duas vezes, o puxou para fora da água e correu com ele para uma barraca de cadeiras de praia que ficava por ali. Certificando-se de que não havia ninguém nas proximidades, se ajoelhou e abriu a bermuda de Lucas ele tentou impedi-la.. mas foi só em pensamento! Ele percebeu os olhos dela brilhando quando se deparou com um pau tão grande diante de sua boca. E fez questão de olhar atentamente para aquela boca que parecia se abrir em câmera lenta. Sua boca era tão pequena e delicada que Lucas achou que não caberia nem a cabeça.
Samanta sorria ao levar o pau à sua boca e seus olhos brilhava como quem ganha o presente mais desejado da vida. Então ela começou a beijar todo o pau carinhosamente, como quem cuida de algo muito frágil. O beijou até chegar no saco e neste, ela deu atenção especial! Lambidas leves e firmes percorriam o saco de Lucas enquanto ela de vagar tocava punheta para ele. Lucas teve que se segurar nas cadeiras para poder manter o equilíbrio. Nunca apenas beijo em seu pinto o fizeram ficar tão bambo. Samanta inesperadamente conseguiu colocar o saco todo em sua boca e o chupava lentamente como quem degusta uma fruta saborosa. Aos poucos ela foi subindo sua língua percorrendo todo o pau e quando chegou na cabeça, fez questão de beijá-lo mais uma vez antes de engoli-lo por inteiro. Lucas pensava: _"PORRAAAAA! Que mulher foda! Como meu pau cabe nessa boquinha tão pequena?!!" Samanta olhava para Lucas sorrindo e gemendo. Ela parecia ter total controle da situação e sabia saber muito bem o que estava fazendo. Ela chupava tão gostoso que Lucas teve que, por várias, vezes segurar o gozo, afinal não ia gozar na boca da menina no primeiro encontro. Ele nem sabia se ela gostava. Então ela tirou aquele cacete da boca e disse.. _"estou com sede! Goza na minha boca!" Lucas ficou mais relaxado e se deixou levar novamente por Samanta que praticamente tocava punheta com a boca. Ela engolia tão bem e ao mesmo tempo que chupava massageava seu saco. Lucas não aguentava mais, segurou firme nos cabelos dela e começou a socar seu pau até o fundo enquanto ela gemia cada vez mais alto. Em questão de minutos ele deixou que sua porra jorrasse garganta abaixo mas o que ele não esperava é que tivesse tanta porra guardada. Foi tanta porra que vazou na boca de Samanta e ela rindo, se deliciando passou a chupar seu pau vorazmente. Ela não queria desperdiçar nenhuma gota daquele líquido precioso!
Lucas já não aguentava mais e a levantou, abaixou sua calcinha e meia calça vermelha de uma só vez, a virou de costas para ele, segurou em sua cintura e meteu seu pinto naquela boceta rosada e lisinha. Samanta gritou de prazer e Lucas, com medo que alguém ouvisse, tampou sua boca com uma das mãos. Com a outra batia na bunda dela deixando sua pela branquinha vermelha a cada tapa. Lucas socava tanto seu pau nela que não demorou muito para que gozasse de novo. Ela não satisfeita pediu: "_Quero mais! Come meu cu!" Lucas perguntou se ela tinha certeza e ela lançou um olhar furioso para trás e disse apenas: "_ Eu quero agora!" Ordem dada é ordem executada. Lucas enfiou dois dedos na boceta dela e saiu esfregando sua porra até chegar no cu de Samanta. Sem pensar muito enfiou um dedo e ficou massageando-o.. enfiou mais um dedo.. Samanta estava impaciente já! Olhava para trás como quem diz: vai me comer ou não? Lucas tinha medo de machucá-la, afinal era 25cm de pau num cuzinho pequenininho e que parecia muito gostoso. Quando ela o olhou pela terceira vez viu que não podia se preocupar. Enfiou seu pau de uma vez só até o talo! Samanta viu estrelas e seu corpo amoleceu na hora. Lucas ficou preocupado mas nunca tinha comido um cu tão apertado. Então ele deu uns tapas na bunda dela e ela foi voltando a si.
Ela gemia tanto, tão gostoso e isso deixava Lucas cada vez mais excitado. Ele não conseguia mais controlar seu ritmo e nem Samanta queria isso. Foram tantas estocadas que o cu de Samanta já estava começando a sangrar. Ele perguntou se ela queria que parasse mas ela ordenou que continuasse. Sem pestanejar Lucas continuou nas estocadas enquanto uma das mãos apertava com força o mamilo esquerdo dela. Samanta rebolava loucamente e só conseguia pedir mais.. tudo mais.. mais força, mais fundo, mais rápido.. ela parecia insaciável e ele já não aguentava mais comer aquele rabo lindo.. ia gozar a qualquer momento. Foi só pensar nisso e veio mais um jato de porra quente.. era porra que não acabava mais.. Samanta se mostrou ainda sedenta e caiu de boca de novo sugando até a última gota de porra e deixando Lucas esgotado. Ela o empurrou fazendo com que caísse sentado no chão. Ela foi engatinhando até ele e lambeu mais uma vez seu pau agora murcho e com seu dono cansado. Então ela se sentou sobre ele, o beijou na boca e disse baixinho em seu ouvido: "_ Eu não disse que estava com sede!?!"
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Na Madrugada Fria
Alice acordou assustada com o pesadelo que teve. Tudo pareceu tão real. Sentou-se na cama e, ainda tonta, tentou encontrar seu roupão. Estava muito frio e sentia-se estranha! Uma ardência queimava-lhe entre as pernas.. mas como era possível?
Naquele dia Alice mal conseguiu trabalhar pensando em tudo que faria se tivesse oportunidade de ficar a sós com seu chefe! Guilherme era jovem, espontâneo, muito educado e um tanto quanto conservador na frente dos outros. Quando tinha oportunidade de ficar um tempo sozinho com Alice fazia questão de se libertar das amarras que a hierarquia e o local de trabalho lhe impunham. Na visão dele Alice era a garota certa na hora errada! Guilherme falava em se casar e acreditava sinceramente que gostava da namorada. Mas o que Alice sabia era que não existia amor ali. De fato Alice e Guilherme se conheciam há pouco tempo, mas desde a primeira vez que se viram sentiram que tinha algo diferente no ar. Quando estavam juntos era como se tudo a volta deles ficasse em câmera lenta e só era possível ouvir a respiração dos dois. Sempre se tocavam sem querer, sempre próximos e ao mesmo tempo tão distantes. Sentiam como se a cada toque, por mais suave e imperceptível que parecesse, uma onda de calor percorria seus corpos. Quando estavam juntos, tudo fluía bem, o tempo passava de vagar e o ar ficava mais leve. Era uma sensação de reconhecimento, de procura finalizada...
Mas não era possível! Alice sabia que por mais que houvesse uma empatia instantânea e uma química feroz, aquilo não poderia acontecer. Guilherme era do tipo de homem que provoca arrepios, gemidos e depois vai embora. Naquele momento, achava que tinha uma obrigação com a namorada e que precisava se casar. Falava tanto nisso que parecia querer se convencer de que era o certo a se fazer. Lutava de todas as formas para resistir à tentação que era ficar próximo de Alice. Havia uma necessidade de se firmar como homem correto, ereto e apaixonado. Mas nunca, em nenhuma conversa com Alice ou qualquer outra pessoa, mencionava a namorada com paixão; nunca disse que a amava e quando lhe perguntavam sobre isso ele respondia: _" Ela é boazinha!" Guilherme tinha medo de magoar a namorada.. fizera isso no passado mas sua amizade por ela o fez enxergar de outra forma. Essa amizade que ele insiste em confundir com amor é a única coisa que impede Guilherme de tomar Alice em seus braços e libertar todo o desejo que os cercam.
No entanto, em uma noite fria, Alice foi surpreendida por um convite. Seu celular vibrou às 17h. Guilherme a convidada para beberem um vinho e relaxarem depois de um dia exaustivo no trabalho. Alice não deu importância quando viu a notificação de Guilherme, mas seu coração acelerou ao saber que ele tinha lhe enviado algo. Quando finalmente pôde ler a mensagem, ficou feliz, excitada, mas resolveu recusar. Assustada com a ideia de sair sozinha com o chefe recusou o convite que esperava tanto. Uma hora depois Guilherme mandou outra mensagem dizendo que estava saindo e que se ela tivesse mudado de ideia passaria em sua casa para buscá-la em 30 minutos.
Sem pensar muito nas consequências, Alice respondeu apenas com um ok frio, mas por dentro fervia como um vulcão! Rapidamente tomou um banho, se vestiu de preto: lingerie nova, rendada, meias de seda pretas, salto agulha, vestido curto! Se maquiou e passou seu melhor perfume... estava pronta! Ansiosa começou a tremer e a ficar arrepiada. Ele chegou! Ela sentiu que ele se aproximava e de repente seu celular vibrou. _"Desça, estou no carro!" Alice pegou sua bolsa e desceu.. trêmula.. ofegante.. assustada.. ansiosa! Parou no meio das escadas e tentou respirar corretamente. Tinha aprendido a respirar certinho nas aulas de pilates e agora parece que o exercício lhe ajudaria a se acalmar.
Ao chegar no carro, abriu sozinha a porta e sentar-se, Guilherme se esticou para dar-lhe um beijo no rosto. Alice corou, ferveu e Guilherme se arrepiou! Um pouco sem jeito Alice tentou parecer tranquila e perguntou onde iriam. Ele respondeu que um restaurante novo abrira na cidade e gostaria de conhecer. Disse que a namorada não tinha se interessado em sair aquela noite mas que ele precisava fazer alguma coisa, descarregar o dia caótico que tiveram na empresa mais cedo. Alice pensou consigo mesma que era uma droga Guilherme lembrar justamente naquele momento da namorada.
Seguiram em silêncio até o tal restaurante. O ambiente era uma mistura de estilos que variava do industrial ao rústico. Muitas paredes com tijolo aparente, vigas em aço preto, chão com concreto queimado, móveis caros e design despojado. Alice ficou um pouco apreensiva pois não tinha se preparado para gastar muito aquela semana. Mesmo assim pensou que valeria a pena ficar alguns instantes a sós com Guilherme.
A noite seguiu ótima, regada a excelentes vinhos, comidas exóticas, clima agradável e aquele sorriso. Riram tanto juntos que se esqueceram da hora. Quando perceberam já passava das 22h e Guilherme se esqueceu completamente de que tinha que voltar para casa. Ao pagar a conta ele fez questão de pagar sozinho. Ao sair do restaurante Alice estremeceu e se arrepiou. O vento silvava entre as árvores e Guilherme, como todo bom cavalheiro, tirou seu casaco e o colocou sobre os ombros de Alice. Naquele instante ela pôde sentir seu perfume no casaco e por um instante fechou os olhos se deliciando com aquele aroma que lhe parecia tão natural mas que nunca tinha sentido antes.
Infelizmente se lembrou que Guilherme tinha que ir embora e quando ia lhe devolver o casaco o mesmo a impediu segurando em seus ombros e dizendo calmamente que ele a levaria em casa. Alice tentou dizer que não precisava que pegaria um táxi, mas foi em vão! Guilherme a direcionou para seu carro e educadamente abriu-lhe a porta e a ajudou a entrar. Correu por trás do carro e entrou rapidamente tremendo de frio.
Mais uma vez o trajeto foi percorrido todo em silêncio. Ambos queriam falar mas não sabiam por onde começar. Ao chegar em frete ao prédio de Alice, Guilherme perguntou se poderia usar o banheiro. Meio constrangida Alice fez que sim com a cabeça, saiu do carro apressadamente e foi abrindo o portão. Guilherme trancou o carro e subiu logo atrás de Alice. Atrás dela ele pensava em como queria agarrá-la ali mesmo e arrancar sua roupa. Alice pensava que talvez ele realmente só quisesse usar o banheiro. Entraram em seu apartamento e ela o indicou o caminho do lavabo. Menos de 3 minutos depois Guilherme abriu a porta, agradeceu e disse que a noite foi ótima. Sem perceber Alice disse: _"Pena que acabou!" Essa foi a deixa que o coração de Guilherme precisava para enfim colocar seus desejos e sentimentos para fora. Num gesto impensado ele a agarrou pela cintura, a puxou para si e lhe deu um beijo. O beijo que sentiram vontade desde o primeiro "oi". O beijo que tinham segurado por todo o tempo que trabalharam juntos. Alice, mesmo apavorada, com o coração acelerado e as pernas bambas pela surpresa, se rendeu ao seu desejo mais profundo e num movimento agressivo, abriu a camisa social de Guilherme arrebentando todos os botões. Era tanta loucura, tanta paixão e desejo que não se preocuparam com nada.. apenas em saciar aquela vontade que vinha lutando arduamente para ser vivenciada!
Guilherme pegou Alice pelos quadris e a levantou o mais alto que conseguiu. Alice por sua vez o abraçou com as pernas e tudo o que sentia era um calor absurdo, um fogo percorrendo todo seu corpo. Guilherme tinha uma boca deliciosa. Sua barba roçava seu rosto, suas mãos percorriam seu corpo, ora entre as pernas, ora nos seios. Guilherme perguntou entre um beijo e outro onde ficava o quarto. Alice apenas respondeu: _"Eu quero aqui!" Sem pensar muito ele se jogou no sofá com ela ainda nos braços e rasgou sua meia calça. Alice chutou o ar até seus sapatos saírem e enlaçou seu corpo de novo. Os beijos de Guilherme eram molhados, profundos e Alice ficava cada vez mais molhada. Ele não parava de beijá-la e apertar seus seios. Alice não era magra nem gorda, era ao ponto! Tinha pernas grossas, seios grandes, cintura fina e quadril largo. Sua pele cheirava a baunilha, sua boca tinha gosto de morango e seus olhos brilhavam num verde esmeralda lindo.. hipnotizante!
Alice nunca foi mulher de ficar espera da diversão e rapidamente reverteu a situação a seu favor. Com um movimento rápido ela conseguiu se desvencilhar dos braços fortes de Guilherme e num instante estava sentada sobre ele. Ela o provocava se esfregando sobre sua calça. Sentia o pau dele crescendo e endurecendo cada vez mais e aquilo a deixava louca. Alice o provocava rebolando, apertando os próprios seios, passando as mãos entre as pernas e deslizando seus cabelos sobre o peito nu de Guilherme. Alice tinha um apetite voraz e não se contentava em apenas beijar sua boca.. ela queria mais.. muito mais! Sabia do poder de seus beijos, todos os homens com quem tinha ficado evidenciavam aquele beijo.. o matador, o que enlouquecia... Alice adorava morder e chupar.. qualquer coisa que parasse em sua boca ela mordia em chupava. então num beijo, mordeu o lábio inferior de Guilherme e aprofundou mais seu beijo. Começou a chupar sua língua e isso o levou a loucura. Mesmo sendo muito forte, Alice sabia controlar um homem na cama (ou neste caso no sofá). Ela travou suas pernas entrelaçando-as por baixo das pernas dele, segurou seus braços abertos e rebolou.. rebolou como se estivesse num ensaio de escola de samba. Abaixou-se chegando bem próximo ao ouvido direito de Guilherme e disse sussurrando: relaxa... agora é comigo! Guilherme sentiu seu sangue ferver como nunca havia sentido antes e seu pau latejava dentro da calça. Alice calma e propositadamente, desceu bem de vagar passando a língua por todo seu peito. Quando chegou no cinto, o abriu vagarosamente enquanto esfregava sua mão sobre o volume já monumental. Abriu o botão da calça, desceu o zíper.. tudo beeem de vagar. Guilherme estava a ponto de explodir mas tentou manter a calma. Alice era convincente e definitivamente tinha mostrado que sabia o que queria e o que estava fazendo. Puxou a calça pra baixo e sentou novamente sobre ele.. Rebolando de novo, abriu o zíper de seu vestido e quando Guilherme fez menção de ajudá-la, levou um tapa na cara e uma advertência: _"Fique quieto!" Guilherme nunca tinha estado com uma mulher como que gostasse de dominar, então para ele era meio difícil se conter. Sua namorada e tantas outras garotas que já tinha transado, na maioria das vezes se mexiam.. e era muito. Alice era diferente! Olhando fixamente para seus olhos ele a viu enfiar as mãos por baixo do vestido e o levantar vagarosamente. Sua lingerie nova era um body rendado preto que marcava suas curvas fartas e evidenciava os seios enormes. Alice não se continha mais e sem pensar muito saltou para trás e em um único puxão abaixou cueca de Guilherme e mais que prontamente engoliu o que ela tanto queria. Como dito no início, Alice gostava muito de chupar.. qualquer coisa, mas todas as coisas que chupava serviam de treino para este momento, para chupar um pau delicioso e suculento! Não tinha nada no mundo que Alice gostasse mais que chupar. E Guilherme pôde perceber isso quando ela o engoliu inteiro até a garganta. 20 centímetros. Para a maioria brasileira isso era grande, para Alice era normal! Mas aquele pau tinha um gosto diferente.. talvez porque ter idealizado, imaginado e fantasiado tanto este momento, Alice sentia um delicioso sabor vindo daquele membro duro como pedra, texturizado e ao mesmo tempo macio. Era um pau com o qual tinha sonhado algumas vezes e estar com ele ali em sua boca agora era quase igual aos sonhos... mentira.. era melhor!
Alice saboreava aquele pau como se fosse a última refeição de sua vida. Colocava todo seu empenho naquele momento. Dava lambidas curtas e rápidas na cabeça, sugava a ponta com cuidado e se segurava para não morder (ainda que de leve). Alice sorria enquanto o chupava e o olhava nos olhos como quem diz: _"Você vai aguentar?" Quando sentiu o pau estremecer e as pernas de Guilherme se arrepiarem, sugou com toda força até que sentiu o jato quente em sua garganta. Alice era uma fanática por porra e costumava quando estava namorando que aquela era usa dose diária de vitaminas! Nada dava mais prazer à Alice do que um homem gozando em sua boca e esporrando em seu rosto. Alice fez questão de guardar um pouco para passar no rosto e continuou tocando punheta até Guilherme liberar mais um jato naquele rosto lindo.
Guilherme não conseguia se conter mais e a puxou para si beijando-lhe agressivamente. Que mulher é essa?! Pensou! Mais uma vez Alice sentiu as mãos fortes de Guilherme entre suas pernas, ele terminava de rasgar sua meia calça e conseguiu abrir seu body. Alice nem teve tempo que pedir a camisinha, sentiu aquele membro rijo rasgando-a por dentro. Tudo o que conseguiu fazer foi soltar um grito.. uma mistura de prazer e dor invadiu seu corpo e sem que conseguisse controlar seu próprio corpo cavalgou lindamente enquanto seus seios balançavam para cima e para baixo dando uma visão deliciosa a Guilherme. Ele apertava seus seios como se fossem duas massas de modelar, trazia o corpo de Alice bem perto ao seu e chupava aqueles seios com uma fome avassaladora. Alice rebolou por quase uma hora inteira quando sentiu que seu corpo não aguentava mais e nem Guilherme conseguia se segurar por mais tempo. Entre beijos e mordidas os dois gozaram juntos. Alice gemeu alto no ouvido de Guilherme e este a apertava contra o corpo entorpecido pelo prazer. Guilherme não consegui pensar em mais nada a não ser que queria passar a noite inteira transando com Alice. Nesta 'altura' Guilherme e Alice já estavam em plena comunhão, em pleno gozo e ninguém se lembrava do mundo lá fora. Só queriam continuar no frenesi ensurdecedor que tinha se tornado aqueles momentos.
Procurando seu roupão na noite fria, Alice encontrou o corpo de Guilherme exausto e adormecido pelo cansaço. A ardência entre as pernas agora fazia sentido... fizeram amor a noite inteira! Com um sorriso despreocupado ela resolveu então que seria mais gostoso se cobrir novamente, apoiar sua cabeça no peito de Guilherme e dormir...
Nem em todos os sonhos sua noite com Guilherme teria sido tão perfeita e deliciosa!
Assinar:
Postagens (Atom)

