segunda-feira, 4 de julho de 2016
Na Madrugada Fria
Alice acordou assustada com o pesadelo que teve. Tudo pareceu tão real. Sentou-se na cama e, ainda tonta, tentou encontrar seu roupão. Estava muito frio e sentia-se estranha! Uma ardência queimava-lhe entre as pernas.. mas como era possível?
Naquele dia Alice mal conseguiu trabalhar pensando em tudo que faria se tivesse oportunidade de ficar a sós com seu chefe! Guilherme era jovem, espontâneo, muito educado e um tanto quanto conservador na frente dos outros. Quando tinha oportunidade de ficar um tempo sozinho com Alice fazia questão de se libertar das amarras que a hierarquia e o local de trabalho lhe impunham. Na visão dele Alice era a garota certa na hora errada! Guilherme falava em se casar e acreditava sinceramente que gostava da namorada. Mas o que Alice sabia era que não existia amor ali. De fato Alice e Guilherme se conheciam há pouco tempo, mas desde a primeira vez que se viram sentiram que tinha algo diferente no ar. Quando estavam juntos era como se tudo a volta deles ficasse em câmera lenta e só era possível ouvir a respiração dos dois. Sempre se tocavam sem querer, sempre próximos e ao mesmo tempo tão distantes. Sentiam como se a cada toque, por mais suave e imperceptível que parecesse, uma onda de calor percorria seus corpos. Quando estavam juntos, tudo fluía bem, o tempo passava de vagar e o ar ficava mais leve. Era uma sensação de reconhecimento, de procura finalizada...
Mas não era possível! Alice sabia que por mais que houvesse uma empatia instantânea e uma química feroz, aquilo não poderia acontecer. Guilherme era do tipo de homem que provoca arrepios, gemidos e depois vai embora. Naquele momento, achava que tinha uma obrigação com a namorada e que precisava se casar. Falava tanto nisso que parecia querer se convencer de que era o certo a se fazer. Lutava de todas as formas para resistir à tentação que era ficar próximo de Alice. Havia uma necessidade de se firmar como homem correto, ereto e apaixonado. Mas nunca, em nenhuma conversa com Alice ou qualquer outra pessoa, mencionava a namorada com paixão; nunca disse que a amava e quando lhe perguntavam sobre isso ele respondia: _" Ela é boazinha!" Guilherme tinha medo de magoar a namorada.. fizera isso no passado mas sua amizade por ela o fez enxergar de outra forma. Essa amizade que ele insiste em confundir com amor é a única coisa que impede Guilherme de tomar Alice em seus braços e libertar todo o desejo que os cercam.
No entanto, em uma noite fria, Alice foi surpreendida por um convite. Seu celular vibrou às 17h. Guilherme a convidada para beberem um vinho e relaxarem depois de um dia exaustivo no trabalho. Alice não deu importância quando viu a notificação de Guilherme, mas seu coração acelerou ao saber que ele tinha lhe enviado algo. Quando finalmente pôde ler a mensagem, ficou feliz, excitada, mas resolveu recusar. Assustada com a ideia de sair sozinha com o chefe recusou o convite que esperava tanto. Uma hora depois Guilherme mandou outra mensagem dizendo que estava saindo e que se ela tivesse mudado de ideia passaria em sua casa para buscá-la em 30 minutos.
Sem pensar muito nas consequências, Alice respondeu apenas com um ok frio, mas por dentro fervia como um vulcão! Rapidamente tomou um banho, se vestiu de preto: lingerie nova, rendada, meias de seda pretas, salto agulha, vestido curto! Se maquiou e passou seu melhor perfume... estava pronta! Ansiosa começou a tremer e a ficar arrepiada. Ele chegou! Ela sentiu que ele se aproximava e de repente seu celular vibrou. _"Desça, estou no carro!" Alice pegou sua bolsa e desceu.. trêmula.. ofegante.. assustada.. ansiosa! Parou no meio das escadas e tentou respirar corretamente. Tinha aprendido a respirar certinho nas aulas de pilates e agora parece que o exercício lhe ajudaria a se acalmar.
Ao chegar no carro, abriu sozinha a porta e sentar-se, Guilherme se esticou para dar-lhe um beijo no rosto. Alice corou, ferveu e Guilherme se arrepiou! Um pouco sem jeito Alice tentou parecer tranquila e perguntou onde iriam. Ele respondeu que um restaurante novo abrira na cidade e gostaria de conhecer. Disse que a namorada não tinha se interessado em sair aquela noite mas que ele precisava fazer alguma coisa, descarregar o dia caótico que tiveram na empresa mais cedo. Alice pensou consigo mesma que era uma droga Guilherme lembrar justamente naquele momento da namorada.
Seguiram em silêncio até o tal restaurante. O ambiente era uma mistura de estilos que variava do industrial ao rústico. Muitas paredes com tijolo aparente, vigas em aço preto, chão com concreto queimado, móveis caros e design despojado. Alice ficou um pouco apreensiva pois não tinha se preparado para gastar muito aquela semana. Mesmo assim pensou que valeria a pena ficar alguns instantes a sós com Guilherme.
A noite seguiu ótima, regada a excelentes vinhos, comidas exóticas, clima agradável e aquele sorriso. Riram tanto juntos que se esqueceram da hora. Quando perceberam já passava das 22h e Guilherme se esqueceu completamente de que tinha que voltar para casa. Ao pagar a conta ele fez questão de pagar sozinho. Ao sair do restaurante Alice estremeceu e se arrepiou. O vento silvava entre as árvores e Guilherme, como todo bom cavalheiro, tirou seu casaco e o colocou sobre os ombros de Alice. Naquele instante ela pôde sentir seu perfume no casaco e por um instante fechou os olhos se deliciando com aquele aroma que lhe parecia tão natural mas que nunca tinha sentido antes.
Infelizmente se lembrou que Guilherme tinha que ir embora e quando ia lhe devolver o casaco o mesmo a impediu segurando em seus ombros e dizendo calmamente que ele a levaria em casa. Alice tentou dizer que não precisava que pegaria um táxi, mas foi em vão! Guilherme a direcionou para seu carro e educadamente abriu-lhe a porta e a ajudou a entrar. Correu por trás do carro e entrou rapidamente tremendo de frio.
Mais uma vez o trajeto foi percorrido todo em silêncio. Ambos queriam falar mas não sabiam por onde começar. Ao chegar em frete ao prédio de Alice, Guilherme perguntou se poderia usar o banheiro. Meio constrangida Alice fez que sim com a cabeça, saiu do carro apressadamente e foi abrindo o portão. Guilherme trancou o carro e subiu logo atrás de Alice. Atrás dela ele pensava em como queria agarrá-la ali mesmo e arrancar sua roupa. Alice pensava que talvez ele realmente só quisesse usar o banheiro. Entraram em seu apartamento e ela o indicou o caminho do lavabo. Menos de 3 minutos depois Guilherme abriu a porta, agradeceu e disse que a noite foi ótima. Sem perceber Alice disse: _"Pena que acabou!" Essa foi a deixa que o coração de Guilherme precisava para enfim colocar seus desejos e sentimentos para fora. Num gesto impensado ele a agarrou pela cintura, a puxou para si e lhe deu um beijo. O beijo que sentiram vontade desde o primeiro "oi". O beijo que tinham segurado por todo o tempo que trabalharam juntos. Alice, mesmo apavorada, com o coração acelerado e as pernas bambas pela surpresa, se rendeu ao seu desejo mais profundo e num movimento agressivo, abriu a camisa social de Guilherme arrebentando todos os botões. Era tanta loucura, tanta paixão e desejo que não se preocuparam com nada.. apenas em saciar aquela vontade que vinha lutando arduamente para ser vivenciada!
Guilherme pegou Alice pelos quadris e a levantou o mais alto que conseguiu. Alice por sua vez o abraçou com as pernas e tudo o que sentia era um calor absurdo, um fogo percorrendo todo seu corpo. Guilherme tinha uma boca deliciosa. Sua barba roçava seu rosto, suas mãos percorriam seu corpo, ora entre as pernas, ora nos seios. Guilherme perguntou entre um beijo e outro onde ficava o quarto. Alice apenas respondeu: _"Eu quero aqui!" Sem pensar muito ele se jogou no sofá com ela ainda nos braços e rasgou sua meia calça. Alice chutou o ar até seus sapatos saírem e enlaçou seu corpo de novo. Os beijos de Guilherme eram molhados, profundos e Alice ficava cada vez mais molhada. Ele não parava de beijá-la e apertar seus seios. Alice não era magra nem gorda, era ao ponto! Tinha pernas grossas, seios grandes, cintura fina e quadril largo. Sua pele cheirava a baunilha, sua boca tinha gosto de morango e seus olhos brilhavam num verde esmeralda lindo.. hipnotizante!
Alice nunca foi mulher de ficar espera da diversão e rapidamente reverteu a situação a seu favor. Com um movimento rápido ela conseguiu se desvencilhar dos braços fortes de Guilherme e num instante estava sentada sobre ele. Ela o provocava se esfregando sobre sua calça. Sentia o pau dele crescendo e endurecendo cada vez mais e aquilo a deixava louca. Alice o provocava rebolando, apertando os próprios seios, passando as mãos entre as pernas e deslizando seus cabelos sobre o peito nu de Guilherme. Alice tinha um apetite voraz e não se contentava em apenas beijar sua boca.. ela queria mais.. muito mais! Sabia do poder de seus beijos, todos os homens com quem tinha ficado evidenciavam aquele beijo.. o matador, o que enlouquecia... Alice adorava morder e chupar.. qualquer coisa que parasse em sua boca ela mordia em chupava. então num beijo, mordeu o lábio inferior de Guilherme e aprofundou mais seu beijo. Começou a chupar sua língua e isso o levou a loucura. Mesmo sendo muito forte, Alice sabia controlar um homem na cama (ou neste caso no sofá). Ela travou suas pernas entrelaçando-as por baixo das pernas dele, segurou seus braços abertos e rebolou.. rebolou como se estivesse num ensaio de escola de samba. Abaixou-se chegando bem próximo ao ouvido direito de Guilherme e disse sussurrando: relaxa... agora é comigo! Guilherme sentiu seu sangue ferver como nunca havia sentido antes e seu pau latejava dentro da calça. Alice calma e propositadamente, desceu bem de vagar passando a língua por todo seu peito. Quando chegou no cinto, o abriu vagarosamente enquanto esfregava sua mão sobre o volume já monumental. Abriu o botão da calça, desceu o zíper.. tudo beeem de vagar. Guilherme estava a ponto de explodir mas tentou manter a calma. Alice era convincente e definitivamente tinha mostrado que sabia o que queria e o que estava fazendo. Puxou a calça pra baixo e sentou novamente sobre ele.. Rebolando de novo, abriu o zíper de seu vestido e quando Guilherme fez menção de ajudá-la, levou um tapa na cara e uma advertência: _"Fique quieto!" Guilherme nunca tinha estado com uma mulher como que gostasse de dominar, então para ele era meio difícil se conter. Sua namorada e tantas outras garotas que já tinha transado, na maioria das vezes se mexiam.. e era muito. Alice era diferente! Olhando fixamente para seus olhos ele a viu enfiar as mãos por baixo do vestido e o levantar vagarosamente. Sua lingerie nova era um body rendado preto que marcava suas curvas fartas e evidenciava os seios enormes. Alice não se continha mais e sem pensar muito saltou para trás e em um único puxão abaixou cueca de Guilherme e mais que prontamente engoliu o que ela tanto queria. Como dito no início, Alice gostava muito de chupar.. qualquer coisa, mas todas as coisas que chupava serviam de treino para este momento, para chupar um pau delicioso e suculento! Não tinha nada no mundo que Alice gostasse mais que chupar. E Guilherme pôde perceber isso quando ela o engoliu inteiro até a garganta. 20 centímetros. Para a maioria brasileira isso era grande, para Alice era normal! Mas aquele pau tinha um gosto diferente.. talvez porque ter idealizado, imaginado e fantasiado tanto este momento, Alice sentia um delicioso sabor vindo daquele membro duro como pedra, texturizado e ao mesmo tempo macio. Era um pau com o qual tinha sonhado algumas vezes e estar com ele ali em sua boca agora era quase igual aos sonhos... mentira.. era melhor!
Alice saboreava aquele pau como se fosse a última refeição de sua vida. Colocava todo seu empenho naquele momento. Dava lambidas curtas e rápidas na cabeça, sugava a ponta com cuidado e se segurava para não morder (ainda que de leve). Alice sorria enquanto o chupava e o olhava nos olhos como quem diz: _"Você vai aguentar?" Quando sentiu o pau estremecer e as pernas de Guilherme se arrepiarem, sugou com toda força até que sentiu o jato quente em sua garganta. Alice era uma fanática por porra e costumava quando estava namorando que aquela era usa dose diária de vitaminas! Nada dava mais prazer à Alice do que um homem gozando em sua boca e esporrando em seu rosto. Alice fez questão de guardar um pouco para passar no rosto e continuou tocando punheta até Guilherme liberar mais um jato naquele rosto lindo.
Guilherme não conseguia se conter mais e a puxou para si beijando-lhe agressivamente. Que mulher é essa?! Pensou! Mais uma vez Alice sentiu as mãos fortes de Guilherme entre suas pernas, ele terminava de rasgar sua meia calça e conseguiu abrir seu body. Alice nem teve tempo que pedir a camisinha, sentiu aquele membro rijo rasgando-a por dentro. Tudo o que conseguiu fazer foi soltar um grito.. uma mistura de prazer e dor invadiu seu corpo e sem que conseguisse controlar seu próprio corpo cavalgou lindamente enquanto seus seios balançavam para cima e para baixo dando uma visão deliciosa a Guilherme. Ele apertava seus seios como se fossem duas massas de modelar, trazia o corpo de Alice bem perto ao seu e chupava aqueles seios com uma fome avassaladora. Alice rebolou por quase uma hora inteira quando sentiu que seu corpo não aguentava mais e nem Guilherme conseguia se segurar por mais tempo. Entre beijos e mordidas os dois gozaram juntos. Alice gemeu alto no ouvido de Guilherme e este a apertava contra o corpo entorpecido pelo prazer. Guilherme não consegui pensar em mais nada a não ser que queria passar a noite inteira transando com Alice. Nesta 'altura' Guilherme e Alice já estavam em plena comunhão, em pleno gozo e ninguém se lembrava do mundo lá fora. Só queriam continuar no frenesi ensurdecedor que tinha se tornado aqueles momentos.
Procurando seu roupão na noite fria, Alice encontrou o corpo de Guilherme exausto e adormecido pelo cansaço. A ardência entre as pernas agora fazia sentido... fizeram amor a noite inteira! Com um sorriso despreocupado ela resolveu então que seria mais gostoso se cobrir novamente, apoiar sua cabeça no peito de Guilherme e dormir...
Nem em todos os sonhos sua noite com Guilherme teria sido tão perfeita e deliciosa!
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